sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Eu... parte 1
terça-feira, 21 de julho de 2009
Pensamentos...

segunda-feira, 20 de julho de 2009
Medo da Mudança...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
A importância do Perdão
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
(Autor desconhecido)
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Coração totalmente dEle...

II Cronicas 16.9
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
If I Could Just - Se eu pudesse apenas
Compositor: Dennis Jernigan
Quando eu não consigo sentir
Quando as minhas feridas não saram
Senhor humildemente eu me joelhos
Me escondo em Ti.
Senhor Tu és a minha vida
Então, não me importo em morrer
Cotanto que eu esteja, escondido em Ti
Se eu pudesse me sentar contigo só por um instante
Se Tu pudesses só me segurar
Nada me tocaria, apesar de eu estar ferido e morrendo
Se eu pudesse só me sentar contigo, por um instante
Eu preciso que me segures,
Momento após momento,
Até que a eternidade passe
Quando eu sei que pequei
Quando eu deveria ter estado, clamando meu Deus
Me escondendo em Ti
Senhor eu preciso de Ti agora
Mais do que mesmo eu sei
Então humildemente, eu me prostro
Escondido em ti
Se eu pudesse, só me sentar contigo por um instante.
Se pudesses só me segurar
Eu sei que nada me tocaria,
Apesar de eu estar doendo, morrendo
Se eu pudesse me sentar contigo só por um instante
Eu preciso que me segures,
Momento após momento
Até, que a eternidade passe por aqui
Para eu poder andar aqui
